Não está nada saindo como planejei. Sabia que seria difícil e por essa razão jurei a mim mesma que teria forças para suportar. Mas não tenho. Estou prestes a desistir de tudo...
O ódio é constante e crescente dentro de mim. A cada erro, a frustração me derruba de um modo que fica mais difícil de me levantar.
Ainda penso que vou conseguir... Rá, talvez eu insista em pensar nisso para não ver o óbvio: NUNCA VOU CONSEGUIR! Não tenho tamanha capacidade.
A cada lágrima que escorre por minha face, tomo como a prova de que quanto mais eu tentar, pior vai ficar. No entanto, como espero mudar se não tentar? Mudaria com o tempo?
Só o fato de esperar já me apavora, pois um de meus inúmeros defeitos é a impaciência. Por quanto tempo eu ficaria assim até que a mudança aconteça? Teria eu forças suficientes?
Não sei mais o que pensar, fazer... não sei nem mesmo em que acreditar. Estou totalmente perdida. Preciso de algum sinal que indique o caminho que devo seguir.
Tenho plena consciência de que não cheguei nem a tentar de verdade.. e isso me frustra mais ainda. Preciso fazer algo... Mas como? O que? Quando?
Todas as minhas iniciativas (ou melhor, pré-tentativas) acabaram em fracasso total. Cheguei a pensar por um momento que talvez não devesse mudar. Contudo, sei que não é essa a solução. O problema é: COMO COMEÇAR?
Mais uma pergunta sem resposta. Estou piorando a cada dia que passa: mais mentiras, mais ódio, mais premeditações. A que ponto irei chegar?
Será que ainda há tempo para mudar? Temo que a resposta seja não. Sei que a mudança depende de mim, mas não sei como fazer. Quera fazê-las antes das aulas começarem.
Tinha esperança de voltar como uma pessoa diferente em todos os aspectos para poder começar novamente de um modo menos errado. Mas sinceramente, elas já estão desaparecendo. Já se passaram mais de 2 meses desde a minha decisão e nada aconteceu.
Criei uma pequena esperança de que elas ocorressem com a volta às aulas. É... pelo visto o jeito é esperar. Mas sem deixar de tentar!
Lendo este blog, estão prestes a conhecer os sonhos, temores, dúvidas, incertezas e aflições de uma jovem que descobre que o mundo, diferentemente do que ela pensava, é capaz de guardas infinitos mistérios.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Quinta...
Achei que não escreveria mais neste blog... retifico, achei que ficaria sem escrever no blog por um bom tempo. E realmente fiquei, mas não pelo tempo que eu esperava ficar.
Estou com raiva, frustrada, preocupada. Não consegui fazer nada do que planejei. Só intensifiquei a prática naquilo que queria parar. Sucumbi diante dos problemas.
Acabei de discutir com a minha irmã. Estou me esforçando para não quebrar a cara dela.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Terça (continuação)...
O que eu temia aconteceu: não sei o que sinto por ele, embora boa parte de mim tenha certeza de que isso não passa de uma necessidade fútil.
Estive pensando em outro. Queria gostar dele da mesma forma. Sou um ser desprezível. Mesmo sabendo que ele gosta de mim, falo de outros garotos e de meus sentimentos por eles.
Achei que esse ano seria diferente, no entanto, temo que não mude em nada Não consigo parar de mentir, de manipular e chamar a atenção das pessoas como alguém que não sou. E falo isso com a maior naturalidade do mundo!
No primeiro dia do ano, senti forças pra mudar. Agora não sei se elas serão suficientes. Não consegui fazer nada do que prometi a mim mesma.
A arrogância, cinismo, frieza e prepotência que residem em mim, continuam e já conquistaram mais espaço. Já estou pensando na hipótese de desistir de tudo e continuar como estou. E mais uma vez o conformismo entra em cena...
Por mais tranquila que eu esteja agora, quero me matar por dentro. Quando me olho no espelho tenho pena. Esta minha feição calma me faz pensar: " Como pode estar tranquila com tanta coisa errada?!" Tenho nojo de mim.
Estive pensando em outro. Queria gostar dele da mesma forma. Sou um ser desprezível. Mesmo sabendo que ele gosta de mim, falo de outros garotos e de meus sentimentos por eles.
Achei que esse ano seria diferente, no entanto, temo que não mude em nada Não consigo parar de mentir, de manipular e chamar a atenção das pessoas como alguém que não sou. E falo isso com a maior naturalidade do mundo!
No primeiro dia do ano, senti forças pra mudar. Agora não sei se elas serão suficientes. Não consegui fazer nada do que prometi a mim mesma.
A arrogância, cinismo, frieza e prepotência que residem em mim, continuam e já conquistaram mais espaço. Já estou pensando na hipótese de desistir de tudo e continuar como estou. E mais uma vez o conformismo entra em cena...
Por mais tranquila que eu esteja agora, quero me matar por dentro. Quando me olho no espelho tenho pena. Esta minha feição calma me faz pensar: " Como pode estar tranquila com tanta coisa errada?!" Tenho nojo de mim.
Terça...
Estou confusa. Achei que não sentia nada além de amizade por ele. Acho que estou enganada. Ou talvez não. Temo que isso não passe da necessidade de ser amana, de ter alguém aos meus pés.
Se for isso, não vai ter o menor sentido já que a outro gostando de mim. Sei que ele gosta de mim porque já falou isso. Mas não consigo gostar dele da mesma forma.
Agora, depois que ele se foi, percebi que ainda gosto dele. Mas creio que seja tarde tendo em vista que ele já deu uma chance a seu coração de se apaixonar por outra.
Ah! Como me arrependo... se tivesse ao menos lutado... Mas não o fiz. Preferi fingir que estava tudo bem, que estava conformada com o fim.
Mesmo depois de tudo, ainda me permito ter esperança. Isso seria egoísmo de minha parte, já que o fiz sofrer uma vez. Seria diferente se houvesse uma segunda vez?
Não posso negar que penso nele e, muitas vezes, já pensei em acabar com esse novo amor. Como pude ser capaz de pensar em algo tão repugnante?! Será que sou cruel a esse ponto?
Hoje, ele disse que ainda me ama. Não sei se ele está falando sério ou exagerando. Acho que ainda sinto algo. Ou estou me forçando a isso?
Faço de tudo para chamar sua atenção. Deixá-lo com ciúmes: falo de outros que gostam de mim, invento coisas... Às vezes sinto que estou me forçando a sentir algo.
Quando terminei com ele, senti um alívio. E junto com ele, remorso porque achei que me sentiria mal. Estou sem resposta pras minhas perguntas. Talvez mais tarde eu as tenha... Caso contrário, elas só aumentarão, e aí, ficará cada vez pior de encontrar todas as respostas.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Domingo...
Ano novo. Um tanto empolgante. Faltando algumas horas, em várias coisas que poderia mudar, fazer, dizer ou ignorar. Estou ansiosa.
Não consegui dormir. Passei a noite ouvindo música. Queria ver o sol nascer, mas está chovendo. Queria que a chuva passasse.
Tenho muitas expectativas pro ano novo. Todo ano as tenho, no entanto, ao invés de alcançá-las, as distancio de mim.
Quero que este ano seja diferente. E falo isso do fundo do meu coração. Quero alcançar minhas metas. Quero ver mudanças. Sei que pra elas acontecerem, só depende de mim. mas sinto que não consigo sozinha. Tenho tantos planos...
Todas as vezes que me proponho a fazer algo , não consigo. As coisas que me propus a parar de fazer, já não consigo. Isso está fora de controle, me tornei prisioneira das situações que criei. É como um vício.
Vou usar todas as minhas forças pra conseguir. Espero ter ajuda. Estou muito ansiosa. E essa ansiedade está apertando meu peito. Estou com vontade de gritar, andar, pular. Quero que aconteça algo incomum. Senti uma necessidade imensa de escrever. Estou me sentindo melhor. É como se a ansiedade fosse descarregada no papel aliviando a pressão sob meu peito.
Não consegui dormir. Passei a noite ouvindo música. Queria ver o sol nascer, mas está chovendo. Queria que a chuva passasse.
Tenho muitas expectativas pro ano novo. Todo ano as tenho, no entanto, ao invés de alcançá-las, as distancio de mim.
Quero que este ano seja diferente. E falo isso do fundo do meu coração. Quero alcançar minhas metas. Quero ver mudanças. Sei que pra elas acontecerem, só depende de mim. mas sinto que não consigo sozinha. Tenho tantos planos...
Todas as vezes que me proponho a fazer algo , não consigo. As coisas que me propus a parar de fazer, já não consigo. Isso está fora de controle, me tornei prisioneira das situações que criei. É como um vício.
Vou usar todas as minhas forças pra conseguir. Espero ter ajuda. Estou muito ansiosa. E essa ansiedade está apertando meu peito. Estou com vontade de gritar, andar, pular. Quero que aconteça algo incomum. Senti uma necessidade imensa de escrever. Estou me sentindo melhor. É como se a ansiedade fosse descarregada no papel aliviando a pressão sob meu peito.
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